Top 20: Conheça os erros mais comuns em Orçamentos de Obras Civis

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Todos sabemos que um orçamento bem elaborado e ajustado é essencial para o sucesso de qualquer obra. Pensando nisso, convidamos a Arquiteta e Mestre Maria Izabel Ribeiro (COPPE/UFRJ) – uma das maiores referências nacionais em orçamento de obras – para listar os erros mais comuns cometidos nesse processo na construção civil. Confira a seguir:

1- Não fazer visita técnica à obra e não verificar o entorno (comércio, ônibus, hospital);

2- Não incidir no preço da mão de obra as indicações de valor ( custo hora e mês dos colaboradores, bem como o custo de  vale transporte, alimentação,…) do CCT (Convenção Coletiva do Trabalho);

3- Não considerar o cômputo geral do custo da mão de obra: as variações climáticas e pluviométricas como também, o acesso ao local da obra;

4- Inserir o percentual ISS errado no BDI não levando junto ao órgão competente, a sua dedução;

5- Dimensionar o canteiro de obra incorretamente, com equívocos, não considerando as NRs – Normas Regulamentadoras;

6- Não elaborar o histograma de mão de obra, prevalecendo que no seu maior pico, está a base para o dimensionamento do canteiro de obra;

7- Não conhecer composições de custo, teoria e prática;

8- Empregar somente no orçamento as composições de custos de catálogo;

9- Não ter a prática em calcular e criar composições de curso;

10- Não conhecer os fornecedores (é preciso verificar se os mesmos têm condições de fornecer as quantidades previstas) – FOB, CIF nas notas fiscais dos fornecedores;

11- Na cotação de materiais, não saber diferenciar preços CIF e FOB ;

12- Não considerar ou desconhecer os critérios de medição do sistema de informação adotado;

13- Não gerar a curva ABC de serviços ou insumos;

14- Não saber interpretar a CURVA ABC – Insumos e serviços;

15- Não atentar que o BDI governamental 2622/13 está sem CPRB = 4,5%;

16- Não saber calcular os encargos sociais e o BDI e nem analisar;

17- Não ter ciência do que é o BDI diferenciado;

18- Desconhecer de licitação e seus dogmas;

19- Não equalizar propostas;

20- Não estar sintonizado com as evoluções, como o BIM 5D.

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